sábado, 30 de janeiro de 2010

Personagens da nossa história

Este senhor que recebe os pães é "Beroso", que não sabemos o nome real e apenas o conhecemos pelo apelido. Dizem que ele perdeu a visão quando trabalhava junto ao forno de uma padaria. Como não existia naquele tempo nenhuma previdência social que o pudesse ajudar, para sobreviver, o velho padeiro não teve outra alternativa a não ser esmolar.
A cidade inteira o conhecia e conhecia a sua história, por isso ninguém negava a esmola.
Nesta cena, o velho cego, pega alguns pães que estavam sendo distribuídos à população carente por ocasião da inauguração do Centro Espírita Cristão.

Foto e pesquisa de Chiquinho Manes.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Alguém conheceu?

Esta foto foi tirada em 1956 na inauguração do Centro Espírita de Cambuquira, quando foram distribuidos pães para população carente que ali compareceu.

Conforme informação posterior à postagem desta foto, o velho com os pães se chamava "Delfino".
"__Mas, quem foi Delfino? Deixou parentes na cidade?

Foto e pesquisa enviadas por Chiquinho Manes.
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

José Alberto Barbosa,um poeta cambuquirense no sul do país.

Dr.José Alberto Barbosa, que na literatura crioula assina como Juca Serrano, nasceu em Cambuquira no ano de 1939 e aos 14 anos, devido a mudança de seus pais, deixou nossa cidade para residir em Curitiba onde concluiu seus estudos, vindo a se formar em Direito, curso que lhe abriu os caminhos para o Ministério Público depois de ter exercido a advocacia nos Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina onde veio a se aposentar como Promotor de Justiça.
A sua partida na adolescência, apesar do tempo, não foi capaz de apagar as suas lembranças da cidade natal, das prosas do tio Juca da Celina que soube bem aliá-los às raízes dos pampas e das serras do Sul do Brasil.
Este pequeno lembrete foi aqui postado como uma homenagem a filho, prata da casa de muito bem representa o nome da Estância Hidromineral naquelas distantes terras no mapa mas tão perto do seu coração.

O nosso famoso conterrâneo é autor de várias obras,não se restringindo à área do Direito mas também à poesia e aos contos.Entre as suas obras algumas foram dedicadas às lembranças da sua terra natal. No vasto elenco, encontramos uma que nos remete aos tempos do velho casarão de Charles Berthaud, chamado de "Casa Malassombrada,além de outras onde mesclou competentemente nossas Minas Gerais com o Sul

Abaixo, algumas fotos suas em eventos quando foi honrosamente homenageado

(Clique na foto para ampliar)
José Alberto Barbosa, ao receber o título de Cidadão Honorário de Corupá, SC,discursa agradecendo a homenagem [Julho de 1998]. É homenagem concedida por seus estudos toponímicos e etimológicos a respeito do nome Corupá. Outras homenagens lhe foram prestadas pelos municípios de Jaraguá do Sul [SC] e de Guaramirim [SC], por estudos a respeito dos seus respectivos nomes.


Nesta segunda foto:Da esqu. para a dir.: José Alberto Barbosa [Juca Serrano] e Padre Paulo Aripe, que é o famoso “Padre Potrilho”, grande poeta crioulo sul-rio-grandense e também bem conhecido por ser o idealizador das missas crioulas. À direita o poeta crioulo Mário Castelhano (Prof. Dr. José Isaac Pilati). Foto durante a Missa Crioula, por ocasião do Encerramento do 51º Rodeio de Poetas Crioulos do Rio Grande do Sul [Junho de 2007], promovido pela Estância da Poesia Crioula, de Porto Alegre, uma prestigiosa Academia das letras gaúchas. Essa bandeira que seguram é histórica, sendo exemplar [um dos quatro] do estandarte da República Rio-grandense. O poeta cambuquirense José Alberto Barbosa fora agraciado naquele junho de 2007, quando do 51º Rodeio de Poetas Crioulos do Rio Grande do Sul, com Diploma Especial com Louvor, hors-concours, pelo poema épico “No Sopro da Tradição”, que escreveu sob pseudônimo de Joselito de Santana e o qual biografa 359 autores em temas gauchescos. O prêmio foi concedido pela Estância da Poesia Crioula, em solenidade especial, conjunta com a Academia Sul-rio-grandense de Letras.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

A foto acima é de Cambuquira em 1899
Cópia livre como cartão de Natal.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Ultima vontade do Dr. Vicente Urti.

Dr Vicente Urti, um dos grande benfeitores da Estância de Cambuquira, faleceu e foi cremado na cidade do Rio de Janeiro e sua cinzas foram depositadas no jardim do Hospital Geral de Cambuquira, obra de que foi um dos mentores e realizadores (domingo dia 13 de Dezembro de 2009).
Apaixonado pela cidade, agora passa a ser parte dela eternamente, sem no entanto ver o progresso que ele tanto almejava e ultimamente lamentava ainda não ter chegado.
Da nossa parte só nos resta agradecer:
Obrigado Dr. Vicente!...

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

JOÃO ALFREDO LIBÂNIO GUEDES/JOSE MÁRCIO PENIDO GARCIA DE OLIVEIRA

João Alfredo Libânio Guedes nasceu em Cambuquira, no dia 8 de dezembro de 1919 e faleceu no Rio de Janeiro, foi autor de várias obras entre elas "História Administrativa do Brasil"...
JOSÉ MÁRCIO PENIDO José Márcio Penido Garcia de Oliveira nasceu em Cambuquira a 18 de março de 1945 e se mudou para Belo Horizonte. Figura como um dos contistas mineiros.

Alguém tem mais informações sobre esses cambuquirenses?

O professor Francisco José Lopes Manes, através de e-mail, nos sugeriu o nome de José Alberto Barbosa, poeta e escritor, nascido em Cambuquira em 1939,que inclusive já escreveu, conforme nos disse, duas obras sobre nossa cidade. E, que José Alberto é um dos poetas mais premiados no Sul do país.
Esse poeta cambuquirense que foi Promotor de Justiça em Santa Catarina, reside hoje em Jaraguá do Sul, também naquele Estado.

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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

LAUDOS ISENTAM AS FONTES MINERAIS.

Laudos apresentados pela Copasa e Funed atestam pureza das águas minerais de Cambuquira, reconduzindo a cidade à sua campanha para ser a Água da Copa de 2014.
Leia mais no blog de Cambuquira (clique)

Que sabe aqui possamos aplicar o lema "Há males que vêm para bem"?

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

O surto

Este não é o propósito desta página que foi criada para contar a história fotográfica e escrita de nossa cidade, mas devido aos recentes fatos, o blog não poderia deixar de comentar as recentes notícias que envolveram nossa cidade.

Os fatos:

Mais uma vez a mídia não tomou os devidos cuidados ao dar uma notícia de Cambuquira.

Bombardeada pela segunda vez, nossa Estância foi manchete em vários canais de televisão do país e através deles em dezenas de jornais do país e do exterior. Essa mesma mídia já havia reduzido a quantidade de cidades que formam o Circuito das Águas do Sul de Minas ao mostrar apenas três delas e excluindo nossa cidade até do mapa exibido na reportagem.


Agora, embora as suspeitas (Digo: suspeitas!) vinham da rede de abastecimento, uma hipótese que agora também pode ser derrubada com o aparecimento dos mesmos sintomas em cidades vizinhas da região e até nas outras estâncias hidrominerais.



Da mesma forma que fizeram na primeira vez, agora também mostraram as fontes, aliás justamente aquela que foi premiada como a melhor água mineral do Brasil. E, mesmo que a reportagem tenha falado em hipóteses, foi lançada novamente uma dúvida na cabeça daqueles que usam dessas águas ou que por ventura vão à Cambuquira por causa dessas centenárias águas minerais.



Um dos resultados da primeira "bomba" está visível a olho nu: os hotéis fechados ou rebaixados de categoria, além do comércio e a falta de empregos. As demais consequências só sentem quem reside ali na cidade ou ainda mantém laços afetivos com o lugar: a economia, a receita pública e as rendas das famílias diminuídas.



Agora que a cidade parecia esboçar uma reação com a "campanha para ser a água da copa" aparece mais esse bombardeio. Novamente a agua das torneiras se confundi com as águas minerais.



Fala-se na cidade até de que pessoas ou mesmo os mandatários da cidade desejariam solicitar a tutela da Justiça para que a cidade seja ressarcida de alguma forma dos prejuízos que a matéria jornalística provocou mais uma vez à imagem do município.



Mas, de quem é a culpa realmente?



Com a análise da história e dos fatos narrados nas duas reportagens chego a conclusão que errou muito mais a cidade ao protelar uma decisão que há muito tempo deveria ter sido definida: o tratamento das águas da rede de abastecimento. Uma briga de interesses políticos entre os prós e os contra, venceram os contra primeiramente com o argumento de que a população sem empregos não suportaria mais uma taxa em seu orçamento. Por outro lado, aparecia a COPASA, empresa estatal que cuida dos serviços de água e esgoto da maioria das cidades mineiras e um serviço independente que pertenceria ao município, o SAAE, primeiramente rejeitado pelos poucos recursos disponibilizados para o projeto contra o da empresa estatal que assumiria tudo sem ônus para Fazenda Municipal. E, nessa lenga-lenga cinco anos se passaram até que no fim de 2008 finalmente foi aprovado a criação da serviço municipal.Com a entrada do novo prefeito, espera-se a liberação de recursos pelo Governo Federal, que agora mais do nunca, deve considerar a urgência urgentíssima deste projeto.

Concluindo: a cidade e seus políticos erraram e deixaram essa herança maldita para história da cidade.


A mídia cumpriu o seu papel de informar, mas errou também ao dar um destaque exagerado aos dois casos, sem levar em consideração que estavam lidando com hipóteses e não com provas, ou pelo menos não teve o cuidado de destacar com mais veemência que a água que estavam falando era a da rede de abastecimento que embora tenha suas nascentes a mais de 1.300 metros de altitude com mínima contaminação ainda não tem um tratamento químico que se diz necessário para se tornar potável.


Esperamos que os mesmos profissionais do jornalismo que trabalharam na elaboração das notícias passadas tenham a mesma competência quando tudo for esclarecido e principalmente quando a cidade ganhar a sua estação de tratamento que a preparará para receber projetos e ser recolocada nos trilhos do futuro e finalmente poder almejar ser "a água da copa".


Mais detalhes do caso clique aqui!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Jardim Municipal

Clique na foto para ampliar!

A foto acima é do Jardim Municipal (alameda que começa no coreto), como era antigamente antes da construção da Biblioteca, que aliás tirou um pouco da sua beleza original.
Este jardim, naqueles bons tempos, foi usado como cenário de alguns filmes rodados por um grupo de artistas da vizinha
cidade de Três Corações. (Será que ainda existe algum filme desses?)

Contribuição enviada por Renate Drews/Alemanha. (Foto de A.Costa)

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domingo, 4 de outubro de 2009

Portão do Hotel Fonte do Marimbeiro.

Clique na foto para ampliar!
Esta foto serve para uma viagem no tempo, tempo que alguns de nós nem viveu ou nem se lembrava mais. Mas o portão está aí para ilustrar as muitas histórias que aconteceram, entre elas a vida da pequena Renate que bem perto dali viveu alguns dos seus melhores dias, tempos marcantes que a fez nos enviar esse precioso tesouro (de mais de 50 anos) tirado dos seus guardados na Alemanha.

Contribuição de Renate Drews/Alemanha - foto de A.Costa.


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terça-feira, 25 de agosto de 2009

O triste destino do Hotel Elite.

Clique na imagem para ampliar!(Se acha que vale a pena.)
É com imensa tristeza que informo: este é o Hotel Elite hoje. E, se não fizerem nada, outras paredes também vão ruir e aquele belo patrimônio se transformará num monte de escombros com a chegada da temporada das chuvas. Será que ninguém mais se sensibiliza com essa imagem a não ser o administrador deste blog que infelizmente não tem como ajudar mais do que postar este alerta?
Nas fotos abaixo: em 2008 quando as paredes estavam ainda intactas e recém construído por volta de 1920.







Está na hora da comunidade se manifestar para que a cidade possa salvar esse prédio que é um dos principais cartões postais da Estância.
Pelo menos, que se faça algo para evitar o desmoronamento desse belo prédio que ainda tem salvação
.
Nota: já publicada no blog Cambuquira.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

ZEQUINHA E QUINZINHO - Mascotes cambuquirenses nos Festivais de Teresópolis.


"Considerados mascotes dos "Festivais de Cinema de Teresópolis", ao tempo da administração do Prefeito Dr. Flávio Bortoluzzi Sousa, Zequinha - José Faria Manso - e Quinzinho - Joaquim Faria Manso - formavam a menor dupla que tanto sucesso alcançou.
Ligados ao setor de turismo da Prefeitura Municipal de Teresópolis, muito fizeram para o bom desempenho de suas tarefas.
Com o falecimento de Zequinha, em 1979, continuou o Quinzinho dando assistência a esse importante setor da Prefeitura.
Sempre requisitados, nos anos 50 e 60, pelos produtores de cinema, televisão e teatro, participaram de diversos filmes dentre os quais "Garota Enxuta", "3 Cangaceiros", "Ali Babá e os 40 ladrões" e "Betão Ronca Ferro".
Em - Em Ali Babá e Os 40 Ladrões é Morgana, direção de Vitor Lima com Renato Aragão, Dedé Santana, Neila Tavares, Quinzinho e Zequinha e outros em 1971.

Na foto acima, ilustração que fixou um momento de descanso de um dos filmes, vê-se: Grande Otelo(o segundo de baixo para cima); Zequinha (atrás); Neli Martins, Ankito, Quinzinho (com as pernas de fora) e Ronald Golias.

Cambuquirenses por adoção!"

Conforme descobri num material enviado pelo amigo Henrique Jesuino (Teresópolis), Quinzinho (Joaquim Faria Manso) nasceu em Areado, cidade vizinha à Alfenas, aqui no Sul de Minas em 23 de fevereiro de 1935. Zequinha (José Faria Manso), em 2 de janeiro de 1934, também na mesma cidade.Mudaram-se para Cambuquira,ainda crianças onde fizeram os primeiros estudos e onde se despontaram como artistas e provavelmente mostraram os seus dotes artísticos aos turistas da época, indo mais tarde paraTeresópolis - RJ onde saíram do anonimato para se tornarem eternas estrelas. Lá, um deles se casou e formou família deixando descendentes.

Estas nos foram enviadas por Henrique Jesuino Guimarães, nosso colaborador em Teresópolis-rj.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Uma visão diferente de nossa história.

Cambuquira é um lugar privilegiado com tantas fontes gasosas que existe até algum desprezo por algumas nascentes. E, pela abundância dessas águas é impossível que a existência delas não tenha sido notada pelos antigos proprietários dessas terras. A história das águas de Cambuquira remonta aos tempos quando o lugar ainda era a Fazenda Bela Vista de propriedade de José da Silva Leme, baependiano que se casara com Rosa Maria Goulart, e adquiriu essas terras por compra ou por herança de sua esposa. Naqueles tempos, devido a abundância de água do local, provavelmente algumas das fontes do brejal da Colina dos Três Cavalinhos, hoje Figueira, já eram de conhecimento dos seus proprietários. Mesmo perto da sede, onde hoje está a rodoviária e em área que acompanha o córrego que corta a cidade hoje, diversas minas de água mineral nasciam borbulhantes. Nas terras de um dos filhos de Vicente, no lugar chamado Taquaral entre Três Corações e Cambuquira, uma ou mais nascentes jorram gasosas desde aqueles tempos. Sem contar que no lado oposto a face da Santa Quitéria existe um grande lençol que talvez se ligue sob o subsolo ao grande manancial privilegiado, cuja Fonte do Dico é a maior prova. A história escrita e passada por oficial nos amarra às descobertas das águas virtuosas de Lambari. Mas, ninguém sabe realmente como e quando isso aconteceu por aqui embora teimam em nos passar uma lenda folclórica de um escravo, atribuindo-lhe a proeza da descoberta, o que não acredito.Mesmo por que, embora não se diga, existe alguma e provável chance de que os bandeirantes estiveram por aqui a procura de ouro e talvez estes tenham realmente descoberto as fontes do grande brejal onde hoje são o parque das águas e o estádio municipal. Essa tese se reforça no próprio nome do bairro anexo, Lavra e a enorme cratera que por muito tempo foi chamada de “Buracão” de onde se extraia ouro até no começo do século XX, conforme contavam os mais velhos. A própria vinda dos antigos proprietários da citada fazenda,descendentes de bandeirantes paulistas das família Leme, Bicudo e Cunha Gago, reforça a tese da presença de exploradores em busca de ouro. Este deveria ser o primeiro capítulo de nossa história.

E com essa introdução que o novo site de apoio à Campanha Água da Copa apresenta uma nova versão para história de Cambuquira. Continue lendo nessa nova página (clique!)

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Quando você quer alguma coisa, todo o universo conspira para que você realize o seu desejo.

É um fato que a cidade parece ainda não ter aprendido. O que sinto é que a maioria se acomodou e assiste o atual estágio como se isso fosse uma imposição fatal do destino, como se destino existisse pela sua própria força. Parece não saber que o destino somos nós que ditamos para nossas vidas, para nossa cidade ou para o nosso país. Um exemplo: se o barco está furado e você insiste em permanecer nele, naturalmente afundará com ele. Essa é uma escolha que fazemos e ninguém pode decidir por nós.Ainda acredito que a cidade é capaz de tomar um caminho diferente daquele que parece terem escolhido para ela.Pense nisso!

Nota: a frase do título é de Paulo Coelho.

domingo, 2 de agosto de 2009

Uma viagem no tempo.

Clique na foto para ampliar e poder assim ver os detalhes.

Foto antiga - provavelmente do fim do sec. XIX
Notem que a igrejinha construída pelos irmãos Lemes ainda existia imponente no alto da colina.
Algumas casas da foto ainda existem até hoje, um pouco desfiguradas. Amplie(clicando na foto) e descobrirá.
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