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"Não se apaga a história. Muito menos os documentos históricos, que nada mais são do que os registros dos fatos que ocorreram no passado. Quer eles sejam agradáveis ou desagradáveis." juíza de Direito Hertha Helena Rollemberg Padilha

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Esse aí deixou saudades. Sabe de quem é essa foto?

Foto enviada por Luiz Moura Gomes - S.Caetano do Sul - SP

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Conheceu essa figura ai?

Dizem que ele inspirou o personagem "Mussum" (Trapalhões) de falar com aquele modo peculiar de pronunciar as palavras.
Se você ainda não o identificou. Este é o "Marretis" que como, "Capricho", "Batata Doce" deixaram essa terra para morrar no andar de cima, em outra dimensão, onde com certeza nos olham aqui embaixo.

Contribuição de Luiz Moura Gomes (S.Caetano do Sul-SP)
Posted by Picasa

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A história de cada um na história de Cambuquira.

            * Henrique Jesuíno é o menino à direita atrás do seu pai
.
O Blog, com a ajuda dos verdadeiros amigos dessa Estância, tenta montar nossa história. Desta vez, postamos a colaboração histórica de Henrique Jesuino, residente em Teresópolis, que se tornou, através dos pais, um eterno cambuquirense apaixonado pela nossa cidade. Ele nos confiou fotos do seu arquivo particular e ainda conta a sua história que, com certeza, vai remeter outros tantos amigos e amantes dessa terra aos encantados tempos de glória que este lugar viveu.
Leia abaixo o seu e-mail.E, veja as fotos que nos enviou.

Olá!...
A foto é dos anos  45.  As figuraças que V.vê - e com muito orgulho o deixo inteiramente à vontade - tem os seguintes artistas:
o mais importante, claro, sou eu Henrique Jesuino, à frente papai Israel ( meu avô muito católico adorava nome bíblicos) então Israel Guimarães, Israel Nabuco de Freitas Guimarães ( é... família Nabuco de Freitas: o Guimarães não sei como  apareceu . Tenho  
uns docs.de um primo e vou investigar ). Mas voltando... De pé com chapéu tipo Ramenzoni, mamãe Beatriz, Beatriz Rosa de Carvalho Guimarães. De joelhos minha irmã Leopoldina Amélia e a garotinha e a moça, não consigo me lembrar. Com certeza eram amigos (acho que da família Castanheira ) pois estávamos sempre juntos no Hotel Silva.

Obs I: eu e minha irmã temos nome  composto dos avós paternos e maternos: Henrique e Jesuino / Amélia e Leopoldina.

Obs II: V.me mandou uma interpretação feita pelo filho de Dr.João Silva? Gandhi.  Muito bom. Aí eu voltei no tempo: João Silva muito amigo de papai. Eu brincava com sobrinhos Roberto e Luluca filhos a dona Carmen (perdoa se memória esteja me traindo)que morava numa casa que ainda existe, imediatamente depois do H Silva e tinha um outro, hoje oficial de Marinha ( Francisco ? que morava na rua de baixo junto à fábrica de doces. Ele era um pouco mais novo que nós ) e a última vez que nos vimos foi no Clube Naval, mas não deu para nos falarmos muito . Todos tínhamos compromissos e nas vezes que estive  aí no H.Cambuquira ele tinha  estado antes uns dias antes. Uma pena ! Eu não tinha cavalo,mas eles tinham  ou Do João. Aí seu “Limpinho” preparava os bichos para os cow-boys passearem. E, eu " tinha " uma égua , Pampinha, e lá íamos nós para os sítios dos hotéis, subir Santa Quitéria, lá pelos lado do Congonhal e etc. e fazer  como víamos no Cinema, nos filmes. Desatrelava os animas, dávamos água, brincávamos de mocinho e voltávamos já quase passando a hora do almoço, para a reprimendas de praxe. 
Como era bão !!   HJ

O amigo e colaborador do blog, Henrique Jesuíno, também nos enviou mais fotos, entre elas essa aí da Fonte Férrea ainda nos estilo antigo . Pela nitidez da imagem, talvez tirada pelo parente Armindo Costa, dá para se imaginar e até ouvir a força do jato daquela água que sai do chão impulsionado pelos gases que se acumulam no sub-solo para depois ficar calada por alguns instantes e depois, eternamente repetir o processo para o espanto de alguns que a veem pela primeira vez.

Faça como Henrique Jesuíno, mande suas fotos em Cambuquira e conte a sua história aqui!

quinta-feira, 31 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

Blog "Cambuquira Agora" cobra restauração de patrimônio histórico da cidade.


Na casa abaixo em cujo interior crescem árvores que podem danificar sua estrutura, residiram, além de seu principal proprietário Rodolpho Lahmeyer, sucessor de Américo Werneck(proprietário anterior) que se tornou personagem histórica de Lambari,os presidentes Marechal Deodoto da Fonseca e Floriano Peixoto enquanto faziam tratamento com as águas minerais. Um dos presidentes, provavelmente o Marechal de Ferro, Floriano Peixoto, teria falecido neste local. Mas, isso ainda não serviu de argumento para se fazer um programa de restauração e conservação desse patrimônio. O mesmo acontece com o Hotel Elite, principal exemplar do estilo romano na cidade e provavelmente na região e que foi sede do comando das forças federais nas revoluções de 30 e 32 conforme atestam fotos da época.

O prédio do antigo hotel junto com o coreto dá um charme especial à nossa cidade, imagem essa que faço questão de divulgar.

Será que esses prédios históricos terão o mesmo destino que teve a casa de Charles Berthaud na rua que tem hoje o seu nome?

Observe que algumas árvores nasceram dentro do prédio de onde foi tirado o telhado com a intenção de fazer nova cobertura por um ex-prefeito.

Veja a matéria no Cambuquira Agora (clique)
Blog de Cambuquira Hotel Elite.
O patrimônio histórico de uma cidade não nasce por decreto, mas existe "de fato" como "de fato" a história aconteceu."

Comentários: Leia em http://cambuka.blogspot.com/search?q=lahmeyer sobre a história da casa da Chácara das Rosas, antiga residência dos prefeito, sede da prefeitura municipal e anteriormente, a residência de Américo Werneck e de Rodolpho Lahmey.

ÙLTIMA NOTÍCIA SOBRE REPRESENTAÇÃO

Conforme comunicou o DD.representante do MP em nossa cidade,o Inquérito Civil n.º MPMG-0107.10.000004-4 foi encerrado, na data dea 02/05/2011, com o ajuizamento da respectiva ação civil púbica (Autos nº 0107.11.000657-7).

DESCRIÇÃO DO FATO: RESTAURAÇÃO E ADEQUADA UTILIZAÇÃO DA CASA DE LAHMEYER - CHÁCARA DAS ROSAS, COM O RECONHECIMENTO DE SEU VALOR CULTURAL.

quarta-feira, 2 de março de 2011

Pense nisso!

“Pensar que o homem nasceu sem uma história dentro de si próprio é uma doença. É absolutamente anormal, porque o homem não nasceu da noite para o dia. Nasceu num contexto histórico específico, com qualidades históricas específicas e, portanto, só é completo se tem relações com essas coisas. Se um indivíduo cresce sem relações com o passado, é como se tivesse nascido sem olhos nem ouvidos e tentasse perceber o mundo exterior com exatidão. É o mesmo que mutilá-lo”. Carl Jung

Citação de Renato Carrazedo (Penápolis-SP)

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Cambuquira ficou mais triste. Perdemos KTT.

Faleceu neste fim de semana o Sr. Benedito Augusto Ribeiro, KTT nos seus 99 anos bem vividos.
A cidade perdeu o nosso maior contador de histórias que a cidade já teve. Sempre alegre, o "Coletor Aposentado" deixa mais um vácuo na cultura da nossa Estância.
Debilitado há alguns anos depois de uma queda que o levou a uma cirurgia no cérebro, ele já não se comunicava com os amigos como nos velhos tempos. Mas, mesmo assim, conforme nos informaram gostava de ir até uma das lanchonetes, sempre acompanhado por uma enfermeira, e com certeza, para reviver os bons tempos que viveu nos áureos tempos do turismo na cidade. Além de funcionário público da Secretaria de Fazenda do Estado de Minas Gerais, ele foi um grande jogador de tênis que compartilhava com o seu também já falecido colega de profissão e de esporte, o Sr. João de Brito Pimenta Filho. Por causa dessa sequela se instalara definitivamente na cidade depois de um longo período de alternância entre a sua casa no alto da Igreja Matriz (no verão) e o seu apartamento na capital(no inverno).
Por causa do seu jeito alegre KTT conquistou milhares de amigos entre os turistas que visitavam a cidade e talvez até tenha se tornado, sem saber, um atrativo para aqueles velhos visitantes que ano a ano voltavam à Cambuquira.
O jovem Benedito, na sua juventude, conforme nos contou certa vez, foi embora para S.Paulo. Era o ano de 1932. E, sem emprego se alistou nas fileiras do exército paulista vindo "lutar"na Serra da Mantiqueira contra os seus "patrícios mineiros". Ele contou que inclusive ficou responsável por uma "matraca" que imitava o som de metralhadora que enganava as tropas inimigas. São e salvo voltou da guerra e arranjou um emprego na Coletoria Estadual onde fez carreira.
Deixa esposa, três filhos e alguns netos. E, com certeza já está fazendo muito barulho no céu com a sua voz firme e o seu modo de ser alegre. É esta a imagem que ele deixou para nós.

Comentários e acréscimos:
1) KTT contou também que na Revolução de 32 foi preso pelo comandante da tropa paulista por não ter disparado nenhum tiro durante um combate contra as tropas federais.

domingo, 7 de novembro de 2010

Lembranças do Padre Vilella.

Caro amigo Gilberto,
Abraços!
Como eu previ, a presença do Pe. Benedito Calazans Vilela só a tenho no livro dos Drs. Thomé e Manoel Brandão, edição de 1958 (e não outra data que possa ter te passado). O livro é "Cambuquira - Estância Hidro-mineral e Climática" [Serviço Gráfico do I.B.G.E., Rio]. Ali consta que o Pe. Alberto Lopes de Andrade (meu padrinho; dele herdei o prenome Alberto) permaneceu como vigário de Cambuquira até 1948, sendo sucedido pelo Pe. Benedito Calazans Vilela. O ano o livro não diz, mas deve ser no mesmo 1948 ou pouco depois. Padre Vilela ali permaneceu como vigário até 1953 (ano em que eu fui estudar no Ginásio Diocesano São João, na Campanha), sendo naquele ano sucedido pelo Pe. Helvio Martuscello, com o qual não convivi, porque de Campanha já vim para Curitiba. Diz o livro que na gestão do Pe. Vilela "...verificou-se a ampliação e reforma geral da Igreja Matriz e início da construção do Salão Paroquial, que ainda não havia sido concluído". Do Pe. Vilela me lembro como pessoa alegre, simpática, comunicativa, apreciando mesmo uns minutos de futebolzinho só para agradar a gurizada. Arregaçava a batina e lá se ia, chutando a bola. Ficou conhecido por se enturmar com a juventude e mesmo uma ou outra voz se ergueu contra isso, na surdina, como sempre acontece. Ele me lembra um tipo alto, quarentão, algo atlético, parecendo magro e meio calvo. Só mesmo vendo uma foto dele para me reavivar as lembranças. Você, todavia, pode escrever à Paróquia de São Sebastião e pedir dados do livro Tombo a respeito dele. Ou no Bispado da Campanha.
Que livros tens da História de Cambuquira?
Aceita um abraço do primo e amigo
José Alberto Barbosa

* José Alberto Barbosa, cambuquirense, promotor público aposentado, residente no Sul do País.

NOTA: Quem tiver dados e ou fotos desse personagem histórico de nossa cidade e que queira contribuir com o blog, entre em contato pelo contato desta página ou via comentários abaixo.

Comentários:

Como pude apurar com "pessoas mais experientes" daqueles tempos, Padre Vilella era considerado por alguns como um homem além do seu tempo, para outros um tanto avançado demais para os seus tempos de sacerdócio, função da qual ele se desligava depois do púlpito tornando-se, depois do pastor, um ser do povo, sujeito às vontades e as fraquezas do homem comum. E, por causa desse seu comportamento ainda hoje ele é criticado por sua postura liberal. As histórias contadas pelo povo citam que algumas donzelas da cidade por ele "se apaixonaram."
Apesar das críticas duras de alguns, outros o citam como o padre amigo, principalmente dos jovens que por ele procuravam a Igreja hoje um tanto vazia da juventude dos moradores da cidade.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Uma viagem no tempo.

Na foto estão: o casal sentado à esquerda, o alfaiate Télio e sua esposa Ana Cândida. Ao lado dele Djalminha ( surdo mudo, que era tratado como um excepcional) e o de farda é o Djalma. O casal ao centro (ainda sem identificação). O casal da direita, ele de pé e ela sentada são João Matos e a Zézé Matos (donos do Hotel Matos, como se chamava o Hotel Brasília).A moça ao lado da Zezé é Neninha, filha de Télio.
Os personagens acima tem ligação genealógica com João Bonifácio Barbosa Martins, o artista do creyon (clique para conhecer).

Contribuição de Solange Ribeiro.
Breve terão mais fotos!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Do Carnaval dos bons tempos.

Na foto acima, uma "banda" de Carnaval formada por músicos da cidade: Sebastião S.Lemes, José Silva, Dodinho, Orlando, Zinho, Biá, Maestro e um terceiro ainda não identificado. (foto da década de 50)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Mande o seu comentário!

Este blog abriu um novo canal de comunicação com os internautas. Através da figura ao lado, posicionada na barra lateral, qualquer leitor poderá mandar a sua mensagem, mesmo não tendo um conta google ou gmail como era exigido anteriormente. Desta forma, esperamos que um maior número de pessoas possam fazer as suas críticas gerais ao nosso site, à administração pública atual ou mandar o seu recado para o administrador, para pessoas que queiram entrar em contato na cidade e não têm endereço e para mandar matérias para publicação.
Informamos que os textos passarão por análise antes de ser publicado. Outrossim, informamos que as mensagens ofensivas, imorais ou anti-éticas serão ignoradas, como também não publicaremos textos que ofendam pessoas ou entidades, nem faremos comentários políticos ou partidários seja de qual for a facção.

sábado, 27 de março de 2010

Um desabafo.

As vezes me sinto como aquele cão que ladra para "caravana que passa desprezando tudo e todos". Mas, como o fiel amigo do homem continuo fiel a minha terra!, porque corre nas minhas veias um pouco dessa água bendita que desde a mais tenra idade entrou na composição do meu ser.
E, quantas caravanas já passaram nesses tantos anos e que levaram nossos sonhos, nossos projetos? A cada caravana que chega com promessas e mais promessas, não nos deixam quase nada, apenas levam alguma coisa de nós. Ou, se fazem, o que deixam é um vazio maior.
Assim, a cidade vai perdendo a sua beleza, as suas virtudes, seus valores e sua força vital. Pessoas partem, perde-se valores culturais e econômicos, perde-se o sangue que poderia movimentar esse corpo fazendo-o reagir. Por causa disso, instalaram-se na cidade a passividade, a inércia da maioria, conformados talvez que para esse "mal não há remédio ou se há, ele não está ao nosso alcance", esquecendo-se que aquele doente que se entrega desiste de viver, se esquecem, como diz aquela música", "quem sabe faz a hora não espera acontecer".
Ouçam! O galo já cantou, mostrando que está na hora de acordar!...
A imagem acima, enviada pelo amigo, Renato Braga, apesar da beleza da paisagem, representa o estado atual da cidade, uma foto que deve ser guardada como testemunha do passado cheio de glórias, da história que quase ninguém dá o devido valor.

sábado, 13 de março de 2010

terça-feira, 2 de março de 2010

The monument


O monumento ao Grande Incêndio de Londres, mais comumente conhecido como "The monument", tem a altura de 202 pés (61,57 metros) e foi construído ao estilo romano (colunas dóricas) na Cidade de Londres, Inglaterra, extremidade norte da ponte de Londres. Ele está localizado na junção de Monument Street e Rua Colina, de onde o Grande Incêndio de Londres começou em 1666. Desde a sua construção (entre 1671 e 1677) foi a coluna mais alta pedra isolada no mundo.

Mas, você pode perguntar:"__Por que uma foto de Londres no nosso blog?"
A resposta é que tentamos mostrar a grande diferença entre o "mundo civilizado" e outros que temos por ai. Enquanto lá se dá valor às construções antigas, esta de 1671, por aqui se destroi a história, faz-se pouco caso da cultura e das tradições. Em nossa cidade, por exemplo, o estado em que se encontram a Casa de Lahmeyer (Chácara das Rosas) e o Hotel Elite evidencia isso. E, a cidade vai perdendo a sua característica e a sua beleza para cada vez mais se transformar numa simples vila qualquer.

Foto: Joice Lemes

segunda-feira, 1 de março de 2010

Alguns dos nossos Borges.

Clique na foto para ampliar!

Na foto acima vemos a família de Arlindo Borges e Maria Pereira.
Na órdem, acima: Murilo Borges, Joaquim da Cota, Maria Borges (D. Cota), Maria Pereira (mãe) Arlindo Borges(pai), Domingos Borges e José Pereira (Irmão de D. Maria e conhecido como Tio Zezinho); abaixo: Celso Borges, Arlindinho, Thomaz Aquino(Thomáz da Quitanda) Joaquim Batista (fiscal aposentado do Estado), Celina Borges Lemes, Edite Borges e Nelson Borges. Faltam na foto: Belchior, Ico e Marina que na época ainda não tinham nascidos.

O casal que vindos da região do Taboão (Campanha), primeiramente viveram na Boa Vista e Marimbeiro (Cambuquira). D. Cota, falecida recentemente, foi uma das melhores costureiras da cidade. Conforme nos foi informado por Celina, sua irmã casada com Hernani S.Lemes, as vestes de todo esse pessoal da foto foram feitas por ela. Domingos(falecido), o sexto acima, é o pai de Zezinho da Farmacinha. Thomaz de Aquino (falecido) que teve uma quitanda na rua do Grupo Escolar no centro com o seu irmão Joaquim, acabou por se mudar para Campanha onde se tornou um dos principais produtores de tangerina ponkan daquele município. Joaquim se tornou fiscal do Estado de Minas Gerais, aposentado voltou às origens rurais.