Vamos lutar pela volta do trem?

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"Não se apaga a história. Muito menos os documentos históricos, que nada mais são do que os registros dos fatos que ocorreram no passado. Quer eles sejam agradáveis ou desagradáveis." juíza de Direito Hertha Helena Rollemberg Padilha

quarta-feira, 2 de março de 2011

Pense nisso!

“Pensar que o homem nasceu sem uma história dentro de si próprio é uma doença. É absolutamente anormal, porque o homem não nasceu da noite para o dia. Nasceu num contexto histórico específico, com qualidades históricas específicas e, portanto, só é completo se tem relações com essas coisas. Se um indivíduo cresce sem relações com o passado, é como se tivesse nascido sem olhos nem ouvidos e tentasse perceber o mundo exterior com exatidão. É o mesmo que mutilá-lo”. Carl Jung

Citação de Renato Carrazedo (Penápolis-SP)

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Cambuquira ficou mais triste. Perdemos KTT.

Faleceu neste fim de semana o Sr. Benedito Augusto Ribeiro, KTT nos seus 99 anos bem vividos.
A cidade perdeu o nosso maior contador de histórias que a cidade já teve. Sempre alegre, o "Coletor Aposentado" deixa mais um vácuo na cultura da nossa Estância.
Debilitado há alguns anos depois de uma queda que o levou a uma cirurgia no cérebro, ele já não se comunicava com os amigos como nos velhos tempos. Mas, mesmo assim, conforme nos informaram gostava de ir até uma das lanchonetes, sempre acompanhado por uma enfermeira, e com certeza, para reviver os bons tempos que viveu nos áureos tempos do turismo na cidade. Além de funcionário público da Secretaria de Fazenda do Estado de Minas Gerais, ele foi um grande jogador de tênis que compartilhava com o seu também já falecido colega de profissão e de esporte, o Sr. João de Brito Pimenta Filho. Por causa dessa sequela se instalara definitivamente na cidade depois de um longo período de alternância entre a sua casa no alto da Igreja Matriz (no verão) e o seu apartamento na capital(no inverno).
Por causa do seu jeito alegre KTT conquistou milhares de amigos entre os turistas que visitavam a cidade e talvez até tenha se tornado, sem saber, um atrativo para aqueles velhos visitantes que ano a ano voltavam à Cambuquira.
O jovem Benedito, na sua juventude, conforme nos contou certa vez, foi embora para S.Paulo. Era o ano de 1932. E, sem emprego se alistou nas fileiras do exército paulista vindo "lutar"na Serra da Mantiqueira contra os seus "patrícios mineiros". Ele contou que inclusive ficou responsável por uma "matraca" que imitava o som de metralhadora que enganava as tropas inimigas. São e salvo voltou da guerra e arranjou um emprego na Coletoria Estadual onde fez carreira.
Deixa esposa, três filhos e alguns netos. E, com certeza já está fazendo muito barulho no céu com a sua voz firme e o seu modo de ser alegre. É esta a imagem que ele deixou para nós.

Comentários e acréscimos:
1) KTT contou também que na Revolução de 32 foi preso pelo comandante da tropa paulista por não ter disparado nenhum tiro durante um combate contra as tropas federais.

domingo, 7 de novembro de 2010

Lembranças do Padre Vilella.

Caro amigo Gilberto,
Abraços!
Como eu previ, a presença do Pe. Benedito Calazans Vilela só a tenho no livro dos Drs. Thomé e Manoel Brandão, edição de 1958 (e não outra data que possa ter te passado). O livro é "Cambuquira - Estância Hidro-mineral e Climática" [Serviço Gráfico do I.B.G.E., Rio]. Ali consta que o Pe. Alberto Lopes de Andrade (meu padrinho; dele herdei o prenome Alberto) permaneceu como vigário de Cambuquira até 1948, sendo sucedido pelo Pe. Benedito Calazans Vilela. O ano o livro não diz, mas deve ser no mesmo 1948 ou pouco depois. Padre Vilela ali permaneceu como vigário até 1953 (ano em que eu fui estudar no Ginásio Diocesano São João, na Campanha), sendo naquele ano sucedido pelo Pe. Helvio Martuscello, com o qual não convivi, porque de Campanha já vim para Curitiba. Diz o livro que na gestão do Pe. Vilela "...verificou-se a ampliação e reforma geral da Igreja Matriz e início da construção do Salão Paroquial, que ainda não havia sido concluído". Do Pe. Vilela me lembro como pessoa alegre, simpática, comunicativa, apreciando mesmo uns minutos de futebolzinho só para agradar a gurizada. Arregaçava a batina e lá se ia, chutando a bola. Ficou conhecido por se enturmar com a juventude e mesmo uma ou outra voz se ergueu contra isso, na surdina, como sempre acontece. Ele me lembra um tipo alto, quarentão, algo atlético, parecendo magro e meio calvo. Só mesmo vendo uma foto dele para me reavivar as lembranças. Você, todavia, pode escrever à Paróquia de São Sebastião e pedir dados do livro Tombo a respeito dele. Ou no Bispado da Campanha.
Que livros tens da História de Cambuquira?
Aceita um abraço do primo e amigo
José Alberto Barbosa

* José Alberto Barbosa, cambuquirense, promotor público aposentado, residente no Sul do País.

NOTA: Quem tiver dados e ou fotos desse personagem histórico de nossa cidade e que queira contribuir com o blog, entre em contato pelo contato desta página ou via comentários abaixo.

Comentários:

Como pude apurar com "pessoas mais experientes" daqueles tempos, Padre Vilella era considerado por alguns como um homem além do seu tempo, para outros um tanto avançado demais para os seus tempos de sacerdócio, função da qual ele se desligava depois do púlpito tornando-se, depois do pastor, um ser do povo, sujeito às vontades e as fraquezas do homem comum. E, por causa desse seu comportamento ainda hoje ele é criticado por sua postura liberal. As histórias contadas pelo povo citam que algumas donzelas da cidade por ele "se apaixonaram."
Apesar das críticas duras de alguns, outros o citam como o padre amigo, principalmente dos jovens que por ele procuravam a Igreja hoje um tanto vazia da juventude dos moradores da cidade.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Uma viagem no tempo.

Na foto estão: o casal sentado à esquerda, o alfaiate Télio e sua esposa Ana Cândida. Ao lado dele Djalminha ( surdo mudo, que era tratado como um excepcional) e o de farda é o Djalma. O casal ao centro (ainda sem identificação). O casal da direita, ele de pé e ela sentada são João Matos e a Zézé Matos (donos do Hotel Matos, como se chamava o Hotel Brasília).A moça ao lado da Zezé é Neninha, filha de Télio.
Os personagens acima tem ligação genealógica com João Bonifácio Barbosa Martins, o artista do creyon (clique para conhecer).

Contribuição de Solange Ribeiro.
Breve terão mais fotos!

terça-feira, 18 de maio de 2010

Do Carnaval dos bons tempos.

Na foto acima, uma "banda" de Carnaval formada por músicos da cidade: Sebastião S.Lemes, José Silva, Dodinho, Orlando, Zinho, Biá, Maestro e um terceiro ainda não identificado. (foto da década de 50)

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Mande o seu comentário!

Este blog abriu um novo canal de comunicação com os internautas. Através da figura ao lado, posicionada na barra lateral, qualquer leitor poderá mandar a sua mensagem, mesmo não tendo um conta google ou gmail como era exigido anteriormente. Desta forma, esperamos que um maior número de pessoas possam fazer as suas críticas gerais ao nosso site, à administração pública atual ou mandar o seu recado para o administrador, para pessoas que queiram entrar em contato na cidade e não têm endereço e para mandar matérias para publicação.
Informamos que os textos passarão por análise antes de ser publicado. Outrossim, informamos que as mensagens ofensivas, imorais ou anti-éticas serão ignoradas, como também não publicaremos textos que ofendam pessoas ou entidades, nem faremos comentários políticos ou partidários seja de qual for a facção.

sábado, 27 de março de 2010

Um desabafo.

As vezes me sinto como aquele cão que ladra para "caravana que passa desprezando tudo e todos". Mas, como o fiel amigo do homem continuo fiel a minha terra!, porque corre nas minhas veias um pouco dessa água bendita que desde a mais tenra idade entrou na composição do meu ser.
E, quantas caravanas já passaram nesses tantos anos e que levaram nossos sonhos, nossos projetos? A cada caravana que chega com promessas e mais promessas, não nos deixam quase nada, apenas levam alguma coisa de nós. Ou, se fazem, o que deixam é um vazio maior.
Assim, a cidade vai perdendo a sua beleza, as suas virtudes, seus valores e sua força vital. Pessoas partem, perde-se valores culturais e econômicos, perde-se o sangue que poderia movimentar esse corpo fazendo-o reagir. Por causa disso, instalaram-se na cidade a passividade, a inércia da maioria, conformados talvez que para esse "mal não há remédio ou se há, ele não está ao nosso alcance", esquecendo-se que aquele doente que se entrega desiste de viver, se esquecem, como diz aquela música", "quem sabe faz a hora não espera acontecer".
Ouçam! O galo já cantou, mostrando que está na hora de acordar!...
A imagem acima, enviada pelo amigo, Renato Braga, apesar da beleza da paisagem, representa o estado atual da cidade, uma foto que deve ser guardada como testemunha do passado cheio de glórias, da história que quase ninguém dá o devido valor.

sábado, 13 de março de 2010

terça-feira, 2 de março de 2010

The monument


O monumento ao Grande Incêndio de Londres, mais comumente conhecido como "The monument", tem a altura de 202 pés (61,57 metros) e foi construído ao estilo romano (colunas dóricas) na Cidade de Londres, Inglaterra, extremidade norte da ponte de Londres. Ele está localizado na junção de Monument Street e Rua Colina, de onde o Grande Incêndio de Londres começou em 1666. Desde a sua construção (entre 1671 e 1677) foi a coluna mais alta pedra isolada no mundo.

Mas, você pode perguntar:"__Por que uma foto de Londres no nosso blog?"
A resposta é que tentamos mostrar a grande diferença entre o "mundo civilizado" e outros que temos por ai. Enquanto lá se dá valor às construções antigas, esta de 1671, por aqui se destroi a história, faz-se pouco caso da cultura e das tradições. Em nossa cidade, por exemplo, o estado em que se encontram a Casa de Lahmeyer (Chácara das Rosas) e o Hotel Elite evidencia isso. E, a cidade vai perdendo a sua característica e a sua beleza para cada vez mais se transformar numa simples vila qualquer.

Foto: Joice Lemes

segunda-feira, 1 de março de 2010

Alguns dos nossos Borges.

Clique na foto para ampliar!

Na foto acima vemos a família de Arlindo Borges e Maria Pereira.
Na órdem, acima: Murilo Borges, Joaquim da Cota, Maria Borges (D. Cota), Maria Pereira (mãe) Arlindo Borges(pai), Domingos Borges e José Pereira (Irmão de D. Maria e conhecido como Tio Zezinho); abaixo: Celso Borges, Arlindinho, Thomaz Aquino(Thomáz da Quitanda) Joaquim Batista (fiscal aposentado do Estado), Celina Borges Lemes, Edite Borges e Nelson Borges. Faltam na foto: Belchior, Ico e Marina que na época ainda não tinham nascidos.

O casal que vindos da região do Taboão (Campanha), primeiramente viveram na Boa Vista e Marimbeiro (Cambuquira). D. Cota, falecida recentemente, foi uma das melhores costureiras da cidade. Conforme nos foi informado por Celina, sua irmã casada com Hernani S.Lemes, as vestes de todo esse pessoal da foto foram feitas por ela. Domingos(falecido), o sexto acima, é o pai de Zezinho da Farmacinha. Thomaz de Aquino (falecido) que teve uma quitanda na rua do Grupo Escolar no centro com o seu irmão Joaquim, acabou por se mudar para Campanha onde se tornou um dos principais produtores de tangerina ponkan daquele município. Joaquim se tornou fiscal do Estado de Minas Gerais, aposentado voltou às origens rurais.


domingo, 21 de fevereiro de 2010

HOTEL ELITE


Apesar dos protestos, apelos e sugestões, esse patrimônio da história de Cambuquira parece estar condenado. Ninguém ousou arquitetar uma saída. O representante do poder público se cala e se omite. Os proprietários não se manifestam e a comunidade assiste a agonia de uma das mais imponentes construções da cidade, exemplar único do estilo romano em nossa região.

Por que preservar este prédio?

Um povo que não tem história também não tem futuro. E, cabe aos cidadãos conscientes mudar o curso dos fatos para que não se apague a história.

Num país onde parte do povo está preocupado mais com o futebol, parte com os políticos e parte como encher a barriga, fica difícil falar em cultura. Mas, aqueles que assumem um cargo público têm o dever moral e ético de defender a preservação dos patrimônios históricos, usando dos artifícios que Lei lhes fornecem. Se não fazem isso hoje amanhã serão cobrados da sua omissão.

Na foto o comando das tropas nas escadarias do hotel em 1930

Histórico do Prédio

Conforme nos contam Thomé e Manoel Brandão no livro "Cambuquira Estância Hidromineral e Climática" (IBGE-1958), o primeiro proprietário deste hotel foi o Sr. Júlio de Andrade Lemos que em 1917 iniciou a sua construção, executando apenas parte do projeto que mais tarde (1935) teve a segunda parte concluída.

Primeiramente, o prédio era composto de de duas alas de aposentos amplos e confortáveis, partindo de um esplêndido hall de entrada de forma circular coberto com uma cúpula importada diretamente da França, em estilo romano. Em 1947 o hotel ainda ganhou mais 2 apartamentos.

Com o falecimento de Júlio Lemos, cuja família ainda temos a intenção de pesquisar, o comando da empresa ficou a cargo de D. Marita e seu filho Rodrigo Lemos, com o auxílio de Jary Sérgio de Oliveira, genro.

Mais tarde, o Hotel, com dívida no INSS, foi adquirido por uma construtora que também na época arrematou do Estado de Minas Gerais a Fazenda da Epamig, esta por leilão no governo de Newton Cardoso. No entanto, nenhum dos dois empreendimentos tiveram investimentos, sendo que o prédio do Hotel Elite foi o mais prejudicado, já que naqueles tempos (fins dos anos 80) já necessitava de reparos para conservação. Durante esse tempo, o local chegou a abrigar algumas famílias e quase foi incendiado, o que não aconteceu graças a agilidade de um dos moradores que conseguiu estancar o vazamento de gas e apagar o fogo em um dos apartamentos entrando no prédio por uma das janelas frontais da Rua Direita.

Revolução de 30 (fotos em Cambuquira)

Veja as tropas pela ruas centrais da cidade e um grupo de cambuquirenses, entre eles o Sr. Estêvão Horácio do Prado, avô do administrador deste blog, que formavam o que foi chamado de "bate-paus", grupo civil responsável por guardar o patrimônio das pessoas da cidade que se recolheram nas áreas rurais, conforme pedido do comandante da tropa.
Nas fotos abaixo, as tropas em exercício pela cidade e os bate-paus locais....


A Revolução de 1930 foi o movimento armado, liderado pelos estados de Minas Gerais,Paraíba e Rio Grande do Sul, que culminou com o golpe de Estado, o Golpe de 1930, que depôs o presidente da república Washington Luís em 24 de outubro de 1930, impediu a posse do presidente eleito Júlio Prestes e pôs fim à República Velha.
Em 1929, lideranças de São Paulo romperam a aliança com os mineiros, conhecida como política do café-com-leite, e indicaram o paulista Júlio Prestes como candidato à presidência da República. Em reação, o Presidente de Minas Gerais, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada apoiou a candidatura oposicionista do gaúcho Getúlio Vargas.
Em 1 de março de 1930, foram realizadas as eleições para presidente da República que deram a vitória ao candidato governista, que era o presidente do estado de São PauloJúlio Prestes. Porém, Júlio Prestes não tomou posse, em virtude do golpe de estadodesencadeado a 3 de outubro de 1930, e foi exilado.
Getúlio Vargas assumiu a chefia do "Governo Provisório" em 3 de novembro de 1930, data que marca o fim da República Velha. Se quer saber mais sobre essa revolução Continue lendo em Wikipedia (clique!)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Desastre Aéreo

Veja, anexa à história de Mario Penido, através da narração de protagonistas do fato, a verdadeira história dos dois aviadores à direita da foto que faleceram na queda de avião na rua Direita (em frente a atual sede da prefeitura, antes Hotel Globo), quando inclusive houve uma vítima cambuquirense.
No momento da foto, eles acabavam de ter os sapatos engraxados pelo menino no fundo da imagem.
Continue lendo (clique!) Na foto à esquerda Douglas (sorrindo) e Rubens Hermes da Fonseca, os pilotos falecidos na queda.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Personagem dos 100 anos de Cambuquira

Mário Penido - Leia na página dos personagens dos 100 anos de Cambuquira, a história de Mario Penido, sua família é a história real contada pelas suas filhas Dirce e Tonete sobre um fato inusitado acontecido em Cambuquira, um acidente aeronáutico onde faleceram os dois pilotos e que também vitimou a então menina Tonete.
Essa é uma história que muitos dos cambuquirenses mais novos talvez nem tenham conhecimento e que resgatamos aqui com a ajuda de protagonistas reais de nossa história.

Ver a matéria (clique!)



Arlindo e nossas estâncias:

ELITE NO PARQUE DAS ÁGUAS – Antigamente, as famílias cariocas da classe média tinham uma receita infalível para sua saúde física e mental. Começavam o ano nas estações de águas. Eram outros tempos, mas as zonas urbanas de maior densidade populacional já causavam demasiado estresse aos seus habitantes. Aqueles 21 dias de lazer regado a muita água mineral, em clima ideal para o repouso e a reposição de forças, eram uma solução admirável. Os cariocas preferiam Caxambu, São Lourenço, Cambuquira e Lambari, inclusive pela facilidade de acesso, embora aquele trem com baldeação em Cruzeiro não fosse o passeio dos meus sonhos. Mas depois vieram as estradas asfaltadas, meus pais compraram carro e tudo ficou mais fácil. Mas até de avião DC-3 fomos lá, saltando em Campanha e atingindo Cambuquira de táxi.Continue lendo (clique!)

Fonte: Blog de Arlindo Lopes Corrêa.

Casa da Época.

Clique na foto para ampliar.

Esta é a Casa da Época, comércio, como idenfificado na foto, pertencente a Mário Penido, patriarca desta família em nossa cidade. Esta sede. conforme nos informou sua filha Dirce Penido, ficava onde hoje se localiza o Hotel Cambuquira.Depois, o estelecimento foi transferido para outro prédio da mesma rua.
A história deste personagem, seu comércio e sua família poderá ser visto breve na página dos personagens dos 100 anos de Cambuquira. (breve!)